Fortnite já é responsável por divórcios

Fortnite já é responsável por divórcios

Culto

Fortnite já é responsável por divórcios

Segundo um relatório do Divorce Online, já foram apresentados 200 pedidos de divórcio desde o início do ano que apontam o Fornite como o principal motivo para o final da relação.

Artigo de Equipa Paraeles

18-09-2018

Já não é novidade para ninguém. Fortnite é, sem grande discussão, um caso de sucesso à escala global. Um caso em muito parecido com Pokémon Go que, tal como Fortnite, se transformou numa “febre” que conquistou milhões de jogadores.

Muita coisa já se disse sobre o jogo. Basicamente, é um jogo interativo de modo battle royale, isto é, todos contra todos, na luta pela sobrevivência. Ganha o que se conseguir manter vivo. Um jogo à imagem de “The Hunger Games: Os Jogos da Fome”, série de filmes protagonizados por Jennifer Lawrence.

10 curiosidades sobre Fortnite, o jogo do momento que tem milhões de fãs

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Agora, sabe-se que o Fortnite começa a ter um impacto negativo na vida de alguns casais no Reino Unido. Segundo um relatório do Divorce Online, já foram apresentados 200 pedidos de divórcio desde o início do ano que apontam o Fornite como o principal motivo para o final da relação.

“Estes números representam cerca de 5% de 4.665 pedidos de divórcio dos quais tratámos desde o início do ano”, disse um porta-voz do Divorce Online. Desde junho, perto de 125 milhões de pessoas jogam Fortnite a nível mundial.

Fortnite coloca smartphones em risco

Epic Games, responsável pelo Fortnite, decidiu que a versão Android do jogo vai passar a ser distribuída em canal própria, preterindo a utilização da plataforma de distribuição digital Google Play. Com esta medida, a empresa pretende não entregar os 30% de royalties aplicados pela Google pelo uso da plataforma.“Partilhar os lucros com fabricantes de consolas como a Microsoft ou a Nintendo é muito mais racional, considerando que essas empresas investem muito dinheiro em hardware, campanhas de marketing, etc. Mas em plataformas abertas, 30% parece um custo desproporcional, levando em conta o serviço que é oferecido”, afirmou Tim Sweeney, CEO da Epic Games, numa entrevista na “GamesIndustri.biz.”

Fortnite coloca smartphones em risco

Jogadores à mercê dos hackers

Esta medida, dado o sucesso do jogo, permitirá à Epic Games encaixar muitos milhões de euros, mas nem tudo são rosas. Esta opção da produtora não está a ser bem vista pelos especialistas em segurança, que consideram que o facto de o jogo não ser distribuído pela Google Play representa um elevado risco de segurança para os utilizadores.

Em causa, explicam os especialistas, está a necessidade dos jogadores procederem à instalação manual do jogo, deixando de ter o Google Play como intermediário. Esta medida fará com que muitos utilizadores procurem o jogo através de pesquisas no Google e, em último caso, poderão acabar numa página com conteúdo malicioso, à mercê dos hackers.

Para aliviar o risco, os jogadores são aconselhados apenas a fazer download do Fortinite no site oficial do jogo.

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Artigo de
Equipa Paraeles

18-09-2018



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