5 fatores a considerar antes de comprar um carro elétrico

5 fatores a considerar antes de comprar um carro elétrico

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5 fatores a considerar antes de comprar um carro elétrico

Quantos mais quilómetros percorrer, mais poupará em combustível, isto porque o preço da eletricidade é bastante inferior ao preço dos combustíveis.

Artigo de Equipa Paraeles

31-07-2020

Antes de se optar pela compra de um veículo elétrico, é essencial perceber quais as principais diferenças entre uma e outra tecnologia e o que muda na rotina de uma pessoa que compra um carro elétrico. Este conhecimento será fundamental para uma tomada de decisão mais ponderada e correta. A Hyundai, enquanto líder na ECO Mobilidade, é a única marca que disponibiliza ao mercado europeu cinco tipos de motorizações eletrificadas diferentes, nomeadamente o Hyundai IONIQ nas versões Electric, Plug-in e Hybrid, tendo sido a primeira plataforma a disponibilizar 3 motorizações eletrificadas, o Hyundai KAUAI Electric e Hybrid, o NEXO Fuel Cell e o Hyundai Tucson 48 volts Hybrid.

5 fatores a considerar antes de comprar um carro elétrico

Com o intuito de reforçar a posição de liderança da Hyundai nesta área da ECO Mobilidade, a Hyundai Portugal desenvolveu o projeto diferenciador “Blue. The Future is Hyundai.”, um projeto pioneiro que engloba várias iniciativas e tem como principal objetivo assumir um papel ativo na formação do público em geral e apoiar a sociedade na transição para uma mobilidade mais sustentável. De seguida, apresentaremos as principais diferenças com as quais se irá deparar caso opte por adquirir um veículo elétrico Hyundai, e de que forma essas mudanças poderão ter impacto no seu dia a dia.

Abastecimento vs Carregamento

Talvez não seja a principal diferença, mas é, sem dúvida, aquela que mais impacto tem na rotina dos proprietários de carros elétricos. Os veículos convencionais necessitam ser abastecidos com o tipo de combustível (diesel ou gasolina) indicado pelo fabricante e, sempre que necessário, ou quando o proprietário considere conveniente, basta uma deslocação até um posto de abastecimento e, em cerca de cinco minutos (ou menos) o carro tem combustível suficiente para percorrer centenas de quilómetros.

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Nos últimos anos a rede energética tem registado um aumento rápido e considerável. De acordo com dados disponibilizados pela MOBI.E, já são, ao todo, 50 as cidades do país que possuem postos de carregamento, dando um total de 1.250 postos de carregamento de rua onde é possível carregar um automóvel elétrico Hyundai. A rede pública possui três tipos de postos de carregamento: postos normais de 3,7 kVA, postos semirápidos de 22 kVA, e postos rápidos de 43 kVA. Os postos considerados normais, com uma potência de 3,7 kVA são, à data, gratuitos, ou seja, não se paga a eletricidade utilizada para o carregamento. No entanto, o carregamento através destes postos, embora mais benéficos para as baterias, pois ajudam a preservar a sua capacidade e bom funcionamento, demora mais tempo.

Por outro lado, os postos de carregamento rápido de 43 kVA, também conhecidos como superchargers, encontram-se, na sua maioria, em áreas de serviço de autoestradas. A sua vantagem é que permitem carregar até 80% da bateria em cerca de 30 minutos (dependendo da potência do supercharger que varia entre os 50 e os 350 kW). Estes tempos de carregamento variam de acordo com a bateria do automóvel. Seja em casa na tomada “normal” ou com wallbox, nos carregamentos externos nos postos “tradicionais” ou nos superchargers, uma bateria de 39 kWh vai exigir menos tempo de carregamento do que uma bateria de 64 kWh.

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Para ilustrar os tempos de carregamento de um carro elétrico Hyundai, a marca desenvolveu um simulador que lhe permite calcular o tempo de carregamento necessário para obter uma determinada percentagem de bateria e respetiva autonomia, de acordo com o modelo do carro (Hyundai KAUAI Electric, Hyundai IONIQ Electric ou Hyundai IONIQ Plug-in) e a capacidade da bateria.

Como obtenho um cartão para carregar na rede pública?

O carregamento dos carros elétricos na rede pública implica a aquisição de um cartão que permite aceder às máquinas localizadas nos postos de carregamento. É necessário celebrar um contrato com um Comercializador de Energia de Mobilidade Elétrica (CEME), que é, na realidade, uma empresa fornecedora de energia com oferta comercial para a mobilidade elétrica.

É a esta empresa que pagará a eletricidade consumida nos carregamentos na rede pública. Mas, não é este o único custo com o carregamento nesta rede. Tem ainda que ter em conta os impostos aplicáveis e o custo de utilização do posto, um valor que tem que ser afixado em cada posto pelos operadores de mobilidade, ou seja, a empresa responsável pela instalação e operação desse posto de carregamento. Contudo, os veículos elétricos apresentam aquilo que pode ser considerada uma vantagem: pode ser carregados a partir de praticamente qualquer tomada elétrica, nomeadamente em casa.

Autonomia

Embora a autonomia dos carros elétricos tenha vindo a aumentar e seja possível encontrar no mercado alguns veículos que oferecem autonomias superiores a 400 quilómetros, como é exemplo o Hyundai KAUAI Electric que oferece 484 quilómetros de autonomia, os veículos convencionais conseguem oferecer uma autonomia superior. No entanto, a menos que percorra grandes distâncias diariamente (500 quilómetros), a situação da autonomia e carregamento do automóvel resolve-se facilmente com o planeamento da utilização do automóvel.

Caso faça, por exemplo, diariamente 300 quilómetros, terá provavelmente de carregar o carro todos os dias à noite para garantir que no dia seguinte tem autonomia suficiente para ser utilizado. Em contrapartida, se percorrer poucos quilómetros por dia, por exemplo 20 quilómetros, uma carga poderá ser suficiente para toda a semana. Neste caso, soluções como o Hyundai IONIQ Plug-in podem ser equacionadas devido ao facto de este apresentar uma autonomia elétrica de 66 quilómetros em condução urbana. A autonomia é um ponto crítico para quem percorre muitos quilómetros diariamente. No entanto, tudo se resolve com um bom planeamento.

Manutenção dos veículos

Quando se trata de manutenção, muitas são as vantagens de um veículo elétrico Hyundai, pois têm uma periodicidade inferior à restante gama com motor a combustão, é mais simples e é também mais económica.
Os veículos a combustão devem fazer uma revisão a cada 15.000 km, aproximadamente, enquanto que um carro elétrico deve fazer uma revisão a cada 50.000 km. Um veículo a combustão tem muitos mais componentes que exigem manutenção e substituição periódica que um elétrico como, por exemplo, o filtro de combustível, filtro de óleo, óleo do motor, correia de distribuição, que simplesmente não existem no veículo elétrico.

Adicionalmente, as pastilhas dos travões, por exemplo, têm um menor desgaste nos veículos elétricos Hyundai pois estes têm um sistema de travagem regenerativa que apenas utiliza as pastilhas de travões em travagens repentinas e a fundo, sendo por este motivo menos frequente a necessidade de manutenção e a substituição de componentes.
Benefícios e incentivos fiscais para carros elétricos. Sem dúvida que no que diz respeito a impostos, os veículos elétricos são bastante favorecidos pois, para além de existirem apoios e isenções específicas para os veículos elétricos, os carros a combustão são cada vez mais penalizados com aumento de impostos.

Com o objetivo de promover a aquisição de veículos 100% elétricos, o Governo português criou vários incentivos à aquisição deste tipo de veículos. São exemplos a isenção do Imposto Único de Circulação, que permite eliminar um custo que seria anual e a isenção do Imposto Sobre Veículos, que diminui o preço final de venda do veículo.

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Adicionalmente, o Estado criou ainda um apoio monetário de 3.000€, a ser atribuído a beneficiários que se candidatem e cumpram os requisitos de elegibilidade. A candidatura a este apoio tem que ser apresentada em formulário próprio no site do Fundo Ambiental e, em 2020, este incentivo tem como limite total anual e para todas as categorias de veículos considerados (veículos ligeiros elétricos, motociclos de duas rodas e ciclomotores elétricos, bicicletas elétricas, bicicletas de carga e bicicletas convencionais) de 4.000.000€. Para as empresas, para além dos benefícios referidos anteriormente, existe ainda a possibilidade de dedução do IVA do veículo, permitindo reduzir significativamente o valor de custo do automóvel.

Os carros elétricos são mesmo a opção mais económica?

Sim, os veículos elétricos são a opção mais económica pois embora o custo de aquisição de um automóvel elétrico à partida será superior à de um veículo convencional, o que se poupa em combustível e manutenção, para além dos benefícios fiscais, acaba por compensar, a nível monetário, a aquisição de um veículo elétrico. Quantos mais quilómetros percorrer, mais poupará em combustível, isto porque o preço da eletricidade é bastante inferior ao preço dos combustíveis. Contudo, pode utilizar a calculadora para verificar quanto irá poupar com a aquisição de uma viatura elétrica.

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Artigo de
Equipa Paraeles

31-07-2020



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