7 dicas para escolher o anel de noivado perfeito

7 dicas para escolher o anel de noivado perfeito

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7 dicas para escolher o anel de noivado perfeito

Existem momentos numa relação em que convém não falhar. Fica a conhecer as sete dicas para escolher o anel de noivado perfeito.

A relação está estável. O casal pensar no futuro que passa pelo casamento. O que faz com que chegue o momento do pedido de casamento. Que é acompanhado pelo célebre anel de noivado. Escolher a joia perfeita é uma missão que consegue ser complicada para alguns homens. “Que anel escolher?” e “quantos tipos de anéis existem?” são apenas duas das muitas perguntas que passam pela cabeça dos homens. Sónia Pereira de Sousa, diretora da loja Machado Joalheiro, revela as sete dicas para escolher o anel de noivado perfeito. E que tornam o momento do desejado “sim” ainda mais especial e sem qualquer embaraço.

Conhecer o estilo da namorada
“A melhor forma de escolher um anel de noivado passa por compreender o gosto de quem o vai receber”, explica Sónia Pereira de Sousa. Salientando que todos os pormenores são de relevo. Um dos segredos passa por observar “as joias que a futura noiva adora”. Pedir ajuda às amigas da namorada é uma boa dica, tal como estar atento às escolhas do guarda-roupa. “Mulheres mais sóbrias e discretas costumam ter preferência por escolhas mais tradicionais, como um solitário ou um pavê sem demasiado relevo. Mulheres com um estilo mais vincado, costumam procurar uma certa ousadia que se reflete em anéis mais complexos e com mais detalhes. Já mulheres práticas e descontraídas, poderão apaixonar-se por modelos com pedras de cor”, acrescenta.

Estabelecer um valor limite
Existe a ideia errada de que a importância do anel de noivado está associada ao preço que custa. Nada melhor do que estabelecer um orçamento antes de ir a uma loja. “É fundamental para guiar as decisões também em loja. Existem anéis para todos os estilos e carteiras”, refere Sónia Pereira de Sousa.

Os quatro (principais) tipos de anéis
Além do estilo e gosto da namorada é também importante conhecer os diferentes tipos de anéis de noivado. E existem quatro que podem ser considerados os principais. “O solitário clássico, com um diamante no centro ou uma pedra preciosa de cor. O anel com diamantes no aro (que podem ocupar metade ou a totalidade da peça). O anel com um diamante no centro e diamantes à volta do diamante central e com a opção de diamantes no aro e o anel em que o centro é formado por diversos diamantes parecendo um único diamante e que pode ou não ter diamantes no aro”, explica a diretora da loja Machado Joalheiro.

Acertar no tamanho
Ninguém quer oferecer um anel de noivado que fica demasiado pequeno ou excessivamente grande. E o truque passa por levar à loja um anel usado pela namorada. “Deve ser um que seja usado com frequência e no dedo anelar direito (não noutro). De acordo com a tradição, no casamento, o anel de noivado deve passar do anelar direito para o esquerdo, pela ligação que se acreditava que teria ao coração, juntamente com a aliança”, conta Sónia Pereira de Sousa.

Ter em conta o tradicional e intemporal
“O tradicional e o intemporal são palavras de ordem”, defende Sónia Pereira de Sousa. Que recomenda que os homens escolham peças clássicas pois trata-se de uma peça “que ficará para sempre”.

Durabilidade e conforto
Duas palavras que fazem com que a escolha da joalharia seja importante. “É importante ter a certeza da peça que se está a comprar e dos diamantes”, refere. O que faz com aconselhe a que se procure “uma joalharia com tradição para que a joia seja de qualidade e, também, confortável de usar (sem relevos ou adereços incómodos)”, explica.

Pedir ajuda
Escolher um anel de noivado é um momento que se pode tornar muito mais fácil quando se pede ajuda. Sónia Pereira de Sousa refere que não deve existir receio de pedir ajuda e que o homem deve visitar a joalharia “as vezes que forem necessárias” sem qualquer receio de colocar todas as dúvidas.

 

Percorre a galeria e conhece os quatro principais tipos de anéis de noivado e os respetivos preços.

Artigo de
Bruno Seruca

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